NOTA #2 [12/06/2018] (RJ I)

Ouvido de um petista ontem: “se der Marina Silva contra Bolsonaro no segundo turno vou votar no Bolsonaro. Quero que tudo fique uma bosta, que ninguém tenha grana, que todo mundo tenha arma, que dê morte pra caralho.”

1. Pq a Marina é tão odiada pela claque petista?
2. Esse ressentimento vai tão fundo que preferem destruir o tabuleiro a perderem um jogo?
3. Isso é vontade de “dar uma lição” à população que, desde 2013, tem sido “ingrata” com os governos do PT?

Nota CEIISP #4 [07/06/2018]

Nota desabafo: Por vezes o CEII foi acusado de elitismo, eu me questiono se isto não continua rolando de um modo paralelo. Por vezes o pessoal fala de abrir o que a gente estuda como meio de fazer viver o tema dentro do CEII, colocar para que os camaradas ouçam sobre as pesquisas, porém em momento algum ouve acolhimento por parte dos camaradas para ouvir sobre minha pesquisa. E por isto, tenho feito vínculos com pessoas de fora. Será que isto se passa com outros colegas? E sem contar aquele clássico modelo de ‘siga ao mestre’ enquanto referência dinâmica que parece ainda guiar algumas relações dentro do CEII.

Nota CEIISP #3 [07/06/2018]

Curti as sugestões de leitura que tivemos na reunião. Espero que após a escolha, consigamos manter o ritmo e a motivação para irmos até o fim de forma produtiva. E principalmente, que não fiquemos tentando mudar a leitura no decorrer da mesma, já que o processo de escolha é bastante aberto e democrático.

Nota CEIISP #2 [07/06/2018]

Sobre a participação de mulheres em debates públicos como ornamento

Seria necessário me identificar para fazer esse debate? Dependendo do grupo sim, pois somente ocupando um tal de “lugar de fala” poderia dizer aqui algumas coisas sobre a participação da mulher nos debates intelectuais.

Gostaria de colocar aqui algumas reflexões sobre a obrigatoriedade da presença de uma mulher no debate da Tapera Taperá e vou usar um exemplo de um coletivo para fazer um paralelo.

Pouco tempo atrás um dos coletivos que tenho proximidade resolveu fazer uma atividade sobre a situação política do RJ e a questão racial, para compor o debate era necessário que houvesse uma mulher negra, pois somente ela poderia trazer questões relacionadas às mulheres e aos negros, era o tal do “lugar de fala”. Na apresentação desse debate, a pessoa que ocupou esse lugar apenas apresentou alguns dados, de reportagens amplamente divulgadas na mídia e não aprofundou nenhum debate. Na minha perspectiva ela apenas serviu de “ornamento” na disposição da discussão. Primeiro porque não foi cogitada sua participação pela discussão que ela levaria, mas por ser mulher e negra. Para o coletivo isso não suscitou nenhum estranhamento, no meu caso, se eu fosse a garota me sentiria no mínimo ofendida.

Muito bem. Até que ponto quando obrigamos que haja participação de mulheres em eventos públicos, também não reproduzimos esse lugar de ornamento da mulher? (ou do negro, ou da pessoa trans, ou da pessoa com deficiência, etc). Quando pensamos em um lugar de reflexão, devemos abrir espaços para que a participação se dê pela qualidade e aprofundamento das questões, não pelo “politicamente correto” que pode se inverter e reproduzir aquilo que se quer combater.

Nota CEIISP #1 [07/06/2018]

Sobre a depressão e suicídio no centro da mídia

Nos últimos tempos muitas matérias têm sido publicadas sobre depressão e suicídio. Inicialmente sobre o suicídio no meio acadêmico e escolas, agora como algo mais generalizado, uma vez que duas pessoas famosas suicidaram-se na última semana, um chefe de cozinha renomado e uma estilista famosa.

Com essas duas mortes surge a seguinte questão: então ninguém está livre desse acontecimento? O sucesso e o dinheiro não garantem que as pessoas não passem por sofrimento?

Ao mesmo tempo, alguns questionamentos sobre a psiquiatria também vêm à tona: embora existam muitas medicações e muitas pessoas estejam fazendo uso de psicotrópicos de forma prolongada, a psiquiatria não garantiu nenhum sucesso nessa área. No máximo a cronificação dos sintomas, quando não piora do quadro.

Minha pergunta é: será que a psicanálise encontrará seu lugar agora, diante da descrença na ciência médica? Ou aparecerão novos medicamentos, novos exames de ponta, psico-cirurgias e outros gadgets médicos?

NOTA #1 [12/06/2018] (RJ I)

  • Questões organizativas do CEII

 

Por que a célula RJ I tem pouquíssimas mulheres entre seus membros? Seria uma questão estrutural ou um acaso?

 

Como a base organizativa do círculo é primordialmente virtual, levanto uma proposta antiga: os membros que por ventura tenham alguma dificuldade ou resistência com as ferramentas digitais utilizadas podiam criar um subconjunto relativo ao tema. Sugeriria que o 083 fosse o Mais-UM desse subconjunto de virtualidades e recebesse uma quantia em dinheiro por hora de tutoria. E ainda, a edição do jornal digital do CEII poderia servir de exercício para quem frequentasse esse subconjunto.

 

Como o Colóquio a ser realizado pelo Círculo na UFF está chegando – acontece no mês que vem –, que tal dedicar uma parte da reunião para abordar os temas que serão discutidos – uma espécie de preparatória para o colóquio?

 

Qual é a motivação e o interesse de alguns membros do Círculo em apoiar a campanha da candidata a deputada federal pelo PSOL Tatiana Roque?

 

  • Questões práticas-teóricas sobre como organizar um coletivo comunista

 

A proposta de criação de uma nova plataforma digital mais autônoma em relação às vicissitudes da psicopatologia da vida cotidiana teria quais consequências para a vida prática objetiva e subjetiva organizativa do Círculo?

Se existem, e for possível estabelecê-los a priori, quais são os princípios teóricos fundamentais de uma organização comunista?

 

Seria correto afirmar que uma das condições fundamentais para a construção de uma organização política é a análise da situação na qual ela pretende ser criada e se inscrever? Tal análise da situação se confundiria com uma análise de conjuntura? Qual seria a diferença?

 

A caracterização das posições marxista-leninista, negriana e laclauniana é feita com base no quê? As noções de homogeneidade e unidade vêm de onde? Elas são relativas tanto à infraestrutura quanto à superestrutura?

REFERENCIAS CEII-SP 07/06

.Como estávamos sem leitura, apenas seguimos a pauta da reunião, inclusive escolhendo opções de leitura para votação (que tb ficarão no facebook): o ano em que sonhamos perigosamente (Zizek); a insurreição que vem (comitê invisível); da forma valor a forma comunidade (garcia linera).

.Evento com o joelton: escolha do turno do evento;

Joelton Nascimento. Com Pachukanis, para além de Pachukanis: Direito, dialética da forma valor e crítica do trabalho.

https://lavrapalavra.com/2017/03/29/com-pachukanis-para-alem-de-pachukanis-direito-dialetica-da-forma-valor-e-critica-do-trabalho/

.Evento: saúde mental e a hipótese comunista

.Discussão de preparativos/ estrutura do evento do tales :  ‘o que resta de democracia?’

O eixo acabou um pouco deslocado do tema lulismo para um mais amplo da democracia, passando pelo arco lula-dilma-temer, conjuntura atual (golpe etc), aproveitando o terceiro livro dessa série, o livro final, sobre o Temer.

Haveriam na mesa três pessoas: dois do ceii um mediador da mesa e o que faria apresentação critica do livro e o tales:

Então, ficando nessa ordem:

-1º: o que originou o evento e uma apresentação do ceii;

-2º: Apreciação crítica da obra;

-3º: Fala do tales, e por fim;

-4º: Perguntas (do ceii e abertura a plateia).

. avanço nas definições na distribuição de funções no projeto oficina acadêmica.

https://soundcloud.com/ideiaeideologia/ceii-sp-07062018

 

 

 

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