Nota #18 [18/08/2015] (RJ I)

O Instituto Polonês de Cinema e a Escola de Cinema Darcy Ribeiro, em colaboração com o Festival do Rio, apresentam a mostra Histórias de Transformação, que traz a diversa produção cinematográfica polonesa das últimas seis décadas.

Composta por seis filmes dirigidos por importantes cineastas poloneses, a mostra retrata as transformações ocorridas na sociedade e na cultura polonesa a partir dos anos 40.

Nota #16 [30/06/2015] (RJ I)

Na última semana aconteceu na casa Rui Barbosa, um seminário sobre Eisenstein. Me desculpo outra vez por não ter avisado. Eu assisti uma mesa onde o tema era imagem. Três palestrantes falaram, muitos nomes comuns ao CEII foram mencionados, mas não me sinto confortável para falar sobre isso(mais os dois primeiros palestrantes). Quero falar um pouco sobre o tema do terceiro palestrante, que era, “Eisenstein e Tarkovsky”. Muita coisa foi falada sobre esse tema, sobre as diferenças entre os dois, mas o que acho que devo citar aqui, é o momento em que o palestrante disse que Eisenstein fazia cinema para atingir a consciência do todo e instigar consciência de classe, e que Eisenstein via a revolução como esperança, já Tarkovsky tinha uma visão mais pessimista e acreditava que era um grande problema a nossa crença no mundo, essa diferença de ideias é altamente influenciada pelo período histórico de cada um dentro da URSS.

Nota #9 [22/09/2015] (RJ I)

Na última semana, a rede foi registrada oficialmente como um partido, logo recebeu muitos novos filiados vindos de partidos como PT e PSOL, isso é algo comum com partidos novos, qual será a força da rede nas próximas eleições, alguns já cogitam Molon como candidato a prefeito. Será que Molon e Freixo na mesma eleição é algo bom ou ruim para a esquerda?

Nota #13 [07/07/2015] (RJ I)

Ainda sobre a rede, chamou a atenção que o partido pareceu aceitar pessoas de diferentes pensamentos, que tem um objetivo similar, não sei se o partido é bom ou ruim, mas acho isso algo positivo, algo que vi falhar no PSOL, onde parecem ter uma definição única sobre o que é um militante de esquerda.

Nota #16 [18/08/2015] (RJ I)

Sobre as notas, ainda.

Há um certo conflito entre duas acepções de notas: de um lado ela está posta como um ponto objetivo-formal do projeto que não necessariamente exige a sua qualidade como critério último, mas apenas como um ato para a continuação da dinâmica do grupo (existência das reuniões, amarração das dúvidas das reuniões passadas com as vindouras, etc..); do outro lado há o traço subjetivo-individual, isto é, aquele que prática a nota escrevendo-a “gasta” certo tempo e massa cinzenta para por no papel as suas próprias dúvidas ou apontamentos que julga necessário.

Sendo assim, portanto, como fica essa situação, sabendo que é impossível o agrupamento dessas duas acepções em uma síntese dialética suprassumida numa outra comum? Ou senão, como saber qual das acepções vai ganhar da outra e se impor como a mais correta delas? A resposta particular minha é clara: Não sei!!

Apesar de não saber o que fazer com esse problema, não há alternativa a não ser deixar as coisas como estão e, sabendo dos dois modos de ver as notas, fazê-las. Aqui é importante deixar de lado a valorização dessa questão em busca de uma solução mágica e bombástica, pois isso levaria muito mais tempo do que temos e demoraríamos muito (esperaríamos muitas reuniões serem canceladas para descobrirmos a respostas). É nesse ponto que é importante lembrar das palavras de Zizek a respeito da função da filosofia: Se, por ventura um meteoro gigantesco está a caminho de colidir com a Terra, não há tempo para perder com a Filosofia, o que temos de fazer é agir de maneira que essa questão última (de vida ou morte de toda a humanidade) seja resolvida!