NOTA #2 [14/11/2017] (RJ I)

Um coméntario do 023 em um post no grupo do facebook sobre a próxima pesquisa do CEII:
Acho a primeira pesquisa mais inédita, mais disruptiva. Entra de cabeça no problema da organização, que não é somente seu tema de pesquisa, mas também de uma parte boa da história do CEII. De tal maneira que os próprios fracassos e tentativas de reerguidas constante do CEII estejam presentes nessas linhas. Além da questão logística deste texto estar mais pronto e mais urgente. Talvez valeria alguma membro do CEII afeito ao inglês aproveitar o ensejo e ir traduzindo devagar o livro.

A segunda pesquisa demonstra seu amor pela psicanálise e a tentativa de enfrentar o estado da arte de sua política atual. Acho mais do que necessário esse enfrentamento. Só que é um outro tipo de texto, em que você claramente dialoga com esse estado de arte e tenta, desse seu jeitinho malandro, dizer a que existência da psicanálise sempre foi tributária de sua presença no mundo, e não apartada dela. É um texto essencial, mas é mais de diálogo do que realmente arriscando a teoria. A primeira pesquisa é o seu melhor. Mais arriscado. Mais experimental. E com muito acúmulo. Queria pagar pra ver a primeira pesquisa.

NOTA #1 [14/11/2017] (RJ I)

Nota especial do SG do Rio:
Pessoal, nota especial: quando vcs não tiverem certeza se teve ou se vai ter reunião. Me pergunta. Pq assumiram que não teve reunião semana passada e que não ia ter hj.
Parece que não me conhece! Hahahaha
A não ser que eu diga que a reunião foi cancelada. Assume que teve. #stalinismo

NOTA CEII SP [31/08/2017]

“A linha divisória entre a psicanálise e o materialismo histórico é ‘falsa’, na medida em que é concebida como um dado impossível de suprimir, isto é, a medida em que, por causa dela, renuncia-se à intenção crítica de ‘conciliar’ o universal com o particular;”

O trecho acima foi um dos que mais me chamou a atenção na última reunião. Fui pesquisar melhor sobre o materialismo histórico. Segundo a Wikipedia,

“O materialismo histórico é uma abordagem metodológica ao estudo da sociedade, da economia e da história que foi pela primeira vez elaborada por Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895), apesar de eles próprios nunca terem empregado essa expressão. O materialismo histórico procura as causas de desenvolvimentos e mudanças na sociedade humana nos meios pelos quais os seres humanos produzem coletivamente as necessidades da vida. As classes sociais e a relação entre elas, além das estruturas políticas e formas de pensar de uma dada sociedade, seriam fundamentadas em sua atividade econômica.”

A linha divisória entre psicanálise e materialismo histórico, nos desobrigaria a fazer uma análise crítica que levasse em consideração ambos elementos. Esse trecho parece resumir bem um dos principais elementos do CEII, que é essa análise entre indivíduo e sociedade.

NOTA #8 [07/11/2017] (RJ I)

“Ouvindo o vídeo com o tema: “Psicanálise e política” com entrevista ao Guilherme Boulos, algo me chamou atenção: Ele comenta sobre uma das dificuldades de fazer laço dos grupos de esquerda em detrimento do grande “trabalho de base” das igrejas, principalmente das neopentecostais. Ele acha esse ponto interessante pois cita a atenção dada ao sujeito, à particularidade, no âmbito religioso dando exemplo de uma senhora que comemorou pela primeira vez seu aniversário, lembrado pelos irmãos de culto. Neste ponto observo nossa prática. Poderíamos avançar nesse sentido? Poderíamos “treinar” uma relação de maior proximidade subjetiva, conhecendo mais os outros companheiros de CEII, suas particularidades e dificuldades? Qual impacto benéfico desse tipo de mudança na relação entre os membros? Na verdade muita coisa poderia ser dita sobre este quesito, mas não sei se ja avançaram neste tipo de discussão. Eu concordo com Boulos quando ele ressalta a importância de “subjetivar as relações” visando algo que proponha mudança no modo como nos relacionamos. Primeiro numa tentativa aqui dentro, depois talvez fora…”

NOTA #7 [07/11/2017] (RJ I)

Outro mundo é possível?” Trabalho de Filosofia II – 3° Ano – 2017 (3,0) Em grupos de cerca de cerca de 5 pessoas (entre 1 e 7 pessoas está de bom tamanho), vcs devem escolher UMA das duas opções seguintes: 1. Criar e descrever uma utopia para nosso mundo; 2. Pesquisar e descrever uma proposta (uma comunidade) existente que represente que outro mundo, diferente do nosso, é possível. Na sua descrição, devem constar: 1. A estrutura social da comunidade (utópica ou existente) em questão; 2. A organização política da comunidade em questão; 3. A disposição econômica da comunidade em questão; 4. As razões pelas quais o grupo achou essa uma boa proposta. Apresentação do trabalho: vcs podem escolher apresentar o trabalho em texto escrito, cartaz, vídeo etc. Seria interessante escolher um meio que pode ser exibido para os colegas, da sua série ou não, fora do momento da aula. (Vamos tentar organizar isso aí; mas se não rolar, tranks)

NOTA #5 [07/11/2017] (RJ I)

Pelo que vimos na última reunião as conexões entre a teoria dos afetos e a psicanálise parece ainda esconder algumas relações. No entanto se podemos destacar uma diferença sensível é de que nossa interação com o mundo e com outras consciências dependem par5a Sspinoza de um aumento da potência de agir que se dá pelas alegrias ativas. Já pela perspectiva Freudo/Lacaniana, essa interação com o outro se dá a partir de uma falta. Pode se dizer assim que a perspectiva Lacaniana é por isso mesmo uma visão pessimista do modo como acessamos o mundo?

NOTA #4 [07/11/2017] (RJ I)

O Slack me parece uma boa saída para o impasse do facebook, sobretudo o entre tempo e pensamento. O slack permite que conversas e debates sejam retomados de forma mais produtiva e o facebook tende a esconder as coias e boas conversas se perdem e não se desenvolvem plenamente muito por causa da dificuldade de serem retomadas.

NOTA #6 [31/10/2017] (RJ I)

A Revista foi mais uma prova de fogo que da qual o CEII, por enquanto, saiu-se bem. Espero que vale investir tempo e paciência contactando os interessantes pensadores espalhados pela A.L pois acho que essa possibilidade aberta pode fazer com que a revista triangule diversos pensadores e locais onde o pensamento tem aparecido e lembre a nos mesmos que a final estamos na AL.

NOTA #5 [24/10/2017] (RJ I)

Acho um pouco temerário, quiça ingenuo, os comentários acerca do “novo fascismo” brasileiro. Se talvez o termo precise ser atualizado (eles que irão se nomear como aqueles nos anos 20-40?) não dá para relativizar de mais a coisa quando a coisa está efetivamente acontecendo. Mesmo Badiou e Zizek, que são muitas vezes mais comedidos no uso e abuso de certos jargões, não fazem mais economia desses termos.