REFERENCIAS REUNIÃO CEII SP 22.11.18

– Fizemos breve discussão sobre a reformulação da célula do rio e também fizemos a leitura das “invariantes CEII” – material posto em discussão e votação durante bom tempo, discorrendo sobre aspectos comuns e, portanto, invariáveis a todas as células e pontos que ficariam a critério total de cada célula. (Obs: as notas continuam com ‘força’.) E a partir da discussão e leitura propomos uma leve reformulação na célula sp: haveriam dois tipos de reunião que se intercalariam; uma sobre aspectos burocraticos, deliberativos e  projetos, e outra de leitura.

– ainda sobre a leitura das invariantes, restaram algumas questões, dentre elas, a questão de que aparentemente cada célula deveria, necessariamente engajar-se em atividades com qualquer outra organização.

– E houve a sugestão da criação de um sub-grupo especial ao O. Acadêmica.

– houve também um breve comentário sobre uma reunião do coletivo 1° de maio.

– sobre o curso: recebemos a solicitação de nova data pela apsp, e resolvemos que fica mesmo para logo após o carnaval (março).

 

Nota CEII SP [20/09/2018]

Gosto muito de escutar Paulo Arantes, desde uma greve na USP lá em 2008, desde a fatídica ocupação da reitoria que terminou com a primeira invasão da polícia na universidade desde a ditadura, já sabíamos que fervia no solo social uma crescente borbulha repressora. Essa entrevista que deu ao Brasil de fato trouxe alguns diagnóstico bem interessante: 1) a esquerda reduzida a gestora de crise; 2) a direita excercendo o trabalho leninista de agitação e propaganda com pautas universalistas; 3) detectou que a violência cotidiana da sociedade administrada totalmente levou a tamanha ojeriza ao status quo (compartilhado e defendido pela esquerda) que mesmo um discurso torpe fora aceito e fez com que o homem comum, em busca de emprego, virasse o rosto para violência explícita dos grupos atuais que estão nas ruas e no jogo político.

REFERENCIAS REUNIAO CEII-SP 25/10

. Breve comentário sobre o encontro promovido pela uniafro no teatro oficina, no qual tiveram 4 falas, dentre elas leci brandão, erica malunguinho, douglas belchior e mais .. e dentre varias questões houve o estímulo  para virar votos ao haddad, e houve a proposição de que o fascismo seria mais sensível a população negra, como também os séculos de escravidão não teriam sido menos fascistas que os ‘fascismos’ posteriores.

. Comentário sobre a fala de mano brown no qual gerou polêmica, pois: de um lado seria uma crítica altamente plausível, no entanto inoportuna, já que há havia uma semana pras eleições; e de outro, para o pt há anos que ‘não é hora para criticar’, logo se nunca é hora, toda hora é hora. No entanto, vale a questão entre estratégia e tática, na qual esta fala poderia ter sido pouco tática, como algumas colocações do zizek, ou mesmo de alguns ceiianos.

. leitura do texto. Começando em p18, 1º cap. livro “como vimos, há consequencia…” e retomando em o “…procedimento de avaliação qualifica”.

. alguns pontos levantados: comentário sobre Negri e hardt, em  que este (como costume nos eua) reuniria todos os autores franceses – Foucault, deleuze, lacan – todos sob o termo “french theory”, por mais q neste caso fizesse sentido, já que nesse caso foucault e deleuze e guatarri convergem nesse ponto ao ver o capitalismo como produção também de subjetividades. 2: houve a hipótese levantada de que haveria no texto a sugestão de que as subjetividades e as relações tb serviriam como produto a ser consumido. 3. proposição da idéia de ‘produção e consumo das relações sociais’ fora do marco biopolítico. 4  zizek critica–os em sua ideia de que através do simbólico  e elaborações afetivas se chegaria ao comum.  5. Um capitalismo “sem burguesia’’- ex-capitalistas reabsorvidos como gerentes ou assalariados com um ‘mais-salário’ e ações da empresa. Sendo o mais salário estendido a todos os ‘especialistas’, havendo também não só mais salário, como menos trabalho. 5. china = capitalismo administrativo (?).

– o. acadêmica:

. comentário sobre uma moça da pós q nos procurou p debatermos sofrimento na universidade. E indicou q havia certo conflito entre os velhos e os novos dicentes,  no qual os velhos tao mais na pegada coaching, terapia do sono etc e os novos , na voz de uma moça que localiza as questões de sofrimento como relacionado à organização. E decidimos por convida-la a uma reunião, pois ela já havia esboçado interesses e questões da pos graduação, q seriam  similares ao projeto organizando a vida.

. discussão sobre possíveis medidas preventistas em relação a possível criminalização dos movimentos ditos de esquerda.

.- .Carmem galano: política de lo real.

.Milner, o salario do ideal.

 

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Nota CEII SP [20/09/2018]

A última “reunião” foi bem bacana. Achei legal cancelar a reunião e irmos para o lançamento do livro de um camarada. Como quase sempre, tudo terminou com ótimas conversas no bar. Como já foi proposto no Rio, acho válido experimentarmos formatos diversos de funcionamento. E ter uma reunião informal vez ou outra pode ser muito proveitoso.

Nota CEII SP [20/09/2018]

Gostaria de propor um subconjunto de prática teórica em Psicanálise para o CEII-SP. Este grupo poderia também dialogar com o projeto Oficina Acadêmica, em curso, mas que ainda não deslanchou.

Acho fundamental que não seja um grupo apenas de Psicanalistas, tampouco um grupo estritamente clínico, mas pensando a Psicanálise lacaniana também em suas contribuições para pensar a Política e a Sociedade contemporâneas, no rastro dos trabalhos de Žižek, Badiou e outros.

Nota CEII SP [20/09/2018]

Se a liberdade de um modo político revolucionário não exige um programa, ou um projeto, mas sim a implicação com um processo e se na Revolução Russa a não implicação transformou a própria revolução na sua tentativa de controle, não devemos então ter um programa que seja capaz de prever uma força contra o desejo de controlar a tormenta ou a onda revolucionária. Se isto não estiver formulado anteriormente o desejo de controlar os rumos revolucionários irão se transformar na própria força contra revolucionária. Por isso, é preciso formular uma força que seja contra a contra revolução dos próprios revolucionários. Nisto não precisamos de palavras de ordem para o povo, mas de acordos do próprio modo político que não ceda ao desejo de controle. Simbolizar o real dos acontecimentos futuros é nossa melhor oportunidade de nos implicarmos no processo e confiarmos numa liberdade diferente daquela que temos hoje.