NOTA #3 [16/05/2019] (RJ I)

me ocorreu o seguinte:

o “nacional socialismo” quer separar estado e capital (bancos e política internacional alemã, etc) a partir da ênfase na nação (comunidade)

o socialismo soviético quer separar nação e capital (a mescla de aristocracia e capitalismo monopolista que caracterizava a sua sociedade) apostando no estado (novo contrato social).

liberalismo quer separar estado e nação (fronteiras que bloqueiam desregulação do comércio) apostando no capital (livre mercado)

se capital (extração e realização de mais valia) precisa de nação (para formar o trabalhador e o consumidor) que precisa do estado (para dosar protecionismo e pactos comerciais internacionais, e criar uma rede básica de segurança e redução do salário) que precisa de capital (para financiar esse estado de bem-estar social e ter poder no cenário internacional), etc – então todas essas formas de separar os três termos com ênfase em um deles é capenga.

por outro lado, o que significa desatrelá-los todos ao mesmo tempo?

 

NOTA #2 [16/05/2019] (RJ I)

achei interessante a discussão sobre a mudança nos últimos anos da ambiguidade que rolava entre imagens fascistas e socialistas, e que agora parece super distinto e difícil de mexer, e a ambigüidade atual entre as imagens “empreendedoras”, e as socialistas – ainda que eu ache que essa segunda ambiguidade é mais uma hipótese que estamos aventando do que um dado que se comprova, já que a esquerda atual me parece simplesmente não querer ambiguidades.

NOTA #10 [25/03/2019] (RJ I)

Acho que, como estamos levando à frente a ideia do jornal do ceii, poderíamos já nos adiantar e definir, para o fim do mês, quem vai fazer o resumo do que cobrimos esse mês e do que gostaríamos de informar para o coletivo como um todo. Lembrando que teria que ter 150 palavras no máximo, de acordo com o plano que fizemos para a publicação.

NOTA #2 [06/05/2019] (RJ I)

Professores do IFCS planejam uma mobilização para o dia 15, com aulas no pátio do IFCS. Primeira estratégia aventada foram aulas que misturam humanas e exatas para “mostrar que não são separadas”.

A segunda é montar um.programa de intervenções explicando qual a antipatia do governo federal com as universidades, e fazendo isso sem se vitimizar como “esquerdopatas maconheiros”
A terceira foi montar algo com pessoas do judiciário esclarecendo que linhas de contra-ataque podem existir.
O que fica para mim no entanto é algo que torna todas estas estratégias supérfluas: que alcance tem um evento no pátio do ifcs?

NOTA #1 [06/05/2019] (RJ I)

Pequena troca na proposta de reformulação do formulário enviada anteriormente.

A nova proposta mantêm a obrigatoriedade de comentar o projeto. Mas o critério para comentar o projeto passa a ser o mesmo relacionado às notas – qualquer comentário é considerado válido, desde que a pessoa o faça e o envie.