Nota CEII SP 18/06/2019

foi dito por tupinambá em uma de suas vindas a sp: “é necessario não repetir os passos exatos de lenin, mas seu gesto.” o seria isso, entao, repetir o gesto de lenin?  (tendo em vista q este foi um revolucionário e o ceii, se o é, o é de um forma totalmente estranha àquela))

Nota CEII SP 04/06/2019

se o capitalismo é um modo de produção obviamente ruim e um outro modo de produção é impossivel de pensar ou inventar, e um bom exemplo disso é o surgimento espontâneo do modo presente e dos anteriores (como já dito por um membro do ceii), qual seria então a função da crítica, da pesquisa ou mesmo de qq ação política dita anti-capitalista?

Nota CEII SP 18/06/2019

“Dito de o utra maneira, diferentemente do signo, e vocês confirmar-se por pouco que leiam o ca pítulo, o que distingue osignificante é somente ser o que os outros não sfw; o que, no signific ante, implica essa função de unidade é justamente ser somente diferença. É enquanto pura diferença que a uni dade, em sua função significan te, se es trutura, se cons titui. Is to não é um traço único, de alguma forma ele cons ti tui uma abs tração unilateral que diz respeito à relação, por exemplo, sincrônica do significante. Vocês verão, na próxima vez, que nada é propriamente pensável, nada da função significante é propriamente
pensável, sem partir disso que formulo: o Um como tal é o Outro . É a partir disso, dessa es trutura fundamen tal do um como diferença, que podemos ver aparecer essa origem, da qual se pode ver o significante
se consti tuir, se posso dizer, é no Outro que o A, do A é A, o A maiúsculo, 0como se diz, a grande palavra, está dito.

NOTA #3 [23/05/2019] (RJ I)

tenho outra proposta em relação as notas, um sugestão para evitarmos a purga soviética (nada contra esta solução haha mas penso se podemos tentar outras antes) e para tentar maximizar a eficácia do mecanismo (ao menos no que eu vejo de interessante nele):

que tal de nos comprometermos a discutir todas as notas mesmo que isso signifique estender estas notas por mais de duas ou três reuniões?
deste modo valorizariamos mais as notas e tentariamos reforçar o papel ativo que cada membro do coletivo pode fazer através delas para conduzir o coletivo para pautas que sejam mais do interesse de cada membro.
desta forma, passamos a contar ausencia de nota cada vez que ficarem poucas notas a discutir.
(me informem se isto já foi tentado, quais problemas emergiram, etc)

NOTA #11 [16/05/2019] (RJ I)

Queria pensar um debate sobre o que é levado em consideração ao intercâmbio entre a experiência dos membros com a pauta geral do coletivo. Por exemplo, ao tratar de Badiou, o que ele escreve sobre a hipótese comunista tem a ver com maio de 68 e  a organização da classe trabalhadora através da greve. Desta forma, seria interessante se posicionar sobre os aspectos da greve geral de 2019, quais os seus fundamentos, a relação com os partidos , as centrais sindicais, os trabalhadores precarizados e o nosso interesse como também formadores de opinião dentro e fora do espaço acadêmico. Concordo com a ideia de pensar “por que não” um evento sobre o comunismo e a hipótese.  Badiou é um filósofo que está sempre em movimento e situando-nos sobre seus posicionamentos políticos, como os atentados de Paris,  a crítica à representatividade na  democracia …em dado momento ele fala sobre “totalitarismo parlamentar” para tratar da mídia e do monopólio da opinião pública. Em suma, eu gostaria de saber  se além do que tem sido dito nos encontros que é um debate importante para a formação, eu aprendo muito, mas se o que se concebe como experiência vai ser coletado como uma iniciativa de um  membro na reunião ou se pode falar em posicionamentos sobre algum fato político de conjuntura como inclusão da pauta coletiva.

 

NOTA #10 [16/05/2019] (RJ I)

Erro, Ilusão, Loucura – Bento Prado Junior

O j-p caron que me recomendou esse aqui como um bom ponto de partida para estudar Wittgenstein. Um compilado de ensaios variados e comentários de outros pensadores sobre “Da Certeza”, “Cultura e Valor” e outros trabalhos. O autor relaciona Wittgenstein com Kant, trazendo passagens da “Crítica da Faculdade do Juízo” e relacionando estas ao pensamento wittgensteiniano sobre o “senso comum”. É também interessante pensar nessa separação entre o “homem razoável” que usa do senso comum para usufruir dos espaços comunicativos dentro dos jogos de linguagem e o “filósofo” que procura adentrar as “bases” do seu discurso e insatisfatoriamente universaliza os limites dos seus próprios jogos de linguagem. Vejo ai esboços de como Badiou caracteriza o anti-filósofo em seu Seminário sobre Lacan. O J-p deve tar lendo isso e vendo eu assassinando o texto que ele me recomendou, mas enfim. Achei um livro extremamente interessante e quero a partir dele ler mais do Bento Prado Junior.