NOTA #10 [25/03/2019] (RJ I)

Acho que, como estamos levando à frente a ideia do jornal do ceii, poderíamos já nos adiantar e definir, para o fim do mês, quem vai fazer o resumo do que cobrimos esse mês e do que gostaríamos de informar para o coletivo como um todo. Lembrando que teria que ter 150 palavras no máximo, de acordo com o plano que fizemos para a publicação.

NOTA #2 [06/05/2019] (RJ I)

Professores do IFCS planejam uma mobilização para o dia 15, com aulas no pátio do IFCS. Primeira estratégia aventada foram aulas que misturam humanas e exatas para “mostrar que não são separadas”.

A segunda é montar um.programa de intervenções explicando qual a antipatia do governo federal com as universidades, e fazendo isso sem se vitimizar como “esquerdopatas maconheiros”
A terceira foi montar algo com pessoas do judiciário esclarecendo que linhas de contra-ataque podem existir.
O que fica para mim no entanto é algo que torna todas estas estratégias supérfluas: que alcance tem um evento no pátio do ifcs?

NOTA #1 [06/05/2019] (RJ I)

Pequena troca na proposta de reformulação do formulário enviada anteriormente.

A nova proposta mantêm a obrigatoriedade de comentar o projeto. Mas o critério para comentar o projeto passa a ser o mesmo relacionado às notas – qualquer comentário é considerado válido, desde que a pessoa o faça e o envie.

NOTA #1 [29/04/2019] (RJ I)

Proposta para reformulação do formulário:
O formulário deve conter apenas os campos: Nome, email, célula que deseja ingressar, telefone e o botão enviar.
O comentário do projeto continuará lá, mas passa a ser opcional.
O formulário deve explicar alguns critérios de pertença que estão sendo mantidos (como a atividade das notas)
Motivos que embasam a proposta:
1) Os dados relativos a “censo” precisam ser constantemente atualizados de modo que é pouco produtivo fazê-los no momento de entrada. Telefones, endereço e até nome mudam, gente.
2) O critério atual “comentar o projeto” não é inclusivo para pessoas que não querem ou não sabem comentar o projeto.
3) O dualismo “formalismo” vs “conteudismo” me parece um critério ruim, pois não acho que ambos sejam separáveis. Acho que o fato de uma pessoa se interessar por entrar em um coletivo que está na contra-mão de boa parte das propostas políticas presentes na atualidade já é mais do que um crivo suficiente de que ela cumpriu o formalismo de descobrir que a gente existe, e se interessar ao ponto de querer entrar.

NOTA #3 [22/04/2019] (RJ I)

Sobre as notas indicadas 01/05 e 02/05

Zizek menciona que Rammstein e Laibach lutaria contra o fascismo por dentro ou permitir o gozo com os símbolos utilizados pelo fascismo sem a conexão ideológica com os mesmos.
Às vezes me pergunto se o CEII não faz o mesmo com os símbolos do comunismo, mas nem por isso deixa de ser comunista em um sentido diverso daquele propagado pela simbologia inicialmente. De tal forma que a conexão com a iconografia se mantém em algum nível, ainda que a distância.
É importante para o CEII a distância para com os símbolos do comunismo real?
O CEII é meta-ironico ou pós-ironico?
…ainda assim, sendo seríssimo.