Nota CEII SP [23/08/2018]

Precisamos dar mais atenção à discussão das Notas na célula SP. É uma questão que “vez e sempre” volta, e não dá para ignorar isto. Aprecio muito o trabalho do Mais-1 quando este consegue comentar as notas. Nas reuniões em que isto acontecia, vinham insights bem importantes e discussões igualmente instigantes. De toda forma, a função das notas, o conteúdo e forma das notas e a leitura das notas são questões que emergem e precisam ser endereçadas (considerando a dinâmica e forma assumidas, especificamente, pelo CEII-SP).

Nota CEII SP [09/08/2018]

Sobre discussão iniciada na reunião do dia 30/8: “A elaboração consequente desse conceito obriga-nos a admitir que não há luta de casses ‘na realidade’: a ‘luta de classes’ nomeia o próprio antagonismo que impede a realidade (social) objetiva de se constituir como um todo fechado em si mesmo. […] Em outras palavras, a luta de classes é ‘real’ no sentido lacaniano estrito: uma ‘dificuldade’, um empecilho que origina simbolizações sempre renovadas, mediante as quais nos esforçamos por integrá-lo e domesticá-lo (a tradução/ deslocamento corporativista da luta de classes para a articulação orgânica dos ‘membros’ do ‘corpo social’, por exemplo), mas que, ao mesmo tempo, condena esses esforços a um derradeiro fracasso” (Žižek, S. Introdução In. Adorno, T. et al; Žižek, S. (org.) Um mapa da ideologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996, p. 27)

Nota CEII SP [02/08/2018]

A questão das notas esquentou na última reunião, acho que agora não dá pra fugir desse debate, como algo a ser feito. A minha impressão é de que, embora tenhamos conversado mais, essa questão ficou mais confusa. Saí com a sensação de que a nota não serve para nada, mas ainda assim é necessária (rsrs).

Nota CEII SP [06/09/2018]

Tenho ouvido falar bastante nos últimos dias sobre o partido Novo, dado que seu candidato a presidência, mesmo que de forma tímida, está crescendo nas pesquisas. É interessante notar, como que o partido realmente tem apresentado velhas ideias com uma roupagem nova. Ou talvez nem isso. Mas o que têm me chamado a atenção é como alguns conceitos de marketing parecem estar sendo utilizados na fundação e estratégia do partido. Não falo de Marketing Político ou Marketeiro, termos vagos que todo partido de alguma forma usa (muitas vezes de forma errônea). Falo de marketing, mesmo, como estratégia. Ou seja, definição de segmentos, escolha de público-alvo e posicionamento. Desenvolvimento de uma marca com uma identidade visual bem definida e por aí vai. Não sei qual será o resultado prático de tudo isso. Mas, como nas empresas, levará um tempo para se obter algum resultado que possa efetivamente ser mensurado. No geral, acredito que partidos de esquerda (e até de direita) ainda têm dificuldade de aceitar conceitos vindo de ciências mais próximas à iniciativa privada, como a Administração e o Marketing. Como se tais conceitos tivessem (têm?) um viés ideológico, ao invés de simplesmente explicarem fenômenos observados. E enquanto tais partidos não entenderem a importância de uma estratégia de marketing bem definida (principalmente no cenário atual, multimídia e multicanal), estarão perdendo espaço na disputa por eleitores, mesmo que claro, a função do partido não se resuma a disputa de eleições.

Nota CEII SP 02/08/2018

Este curso em parceria com a APSP será uma grande oportunidade para o CEII, tanto pela oportunidade de pessoas nos conhecerem como pelo aprendizado que q vamos tirar dele.

Penso que devemos ser bastante atenciosos e buscar passar questões interessantes e inusitadas, fora do senso comum.