REFERÊNCIAS REUNIAO CEII-SP 30/08

– Algumas das obras citadas:

. BADIOU, A. Sujeito e Infinito. https://cdn.fbsbx.com/v/t59.2708-21/13186924_10156839937410551_844741840_n.pdf/Badiou-Sujeito-e-infinito.pdf?_nc_cat=0&oh=e09790f3bc90434de34e0cde1a67fd21&oe=5B91C2A7&dl=1

. BADIOU, A.; CASSIN, B. Não há relação sexual: duas lições sobre o aturdito de Lacan. Rio de Janeiro: Zahar. 2013. 96p.

. FRASIER, N. Como o feminismo se tornou subalterno ao capitalismo – e como reivindicá-lo.     https://lavrapalavra.com/2016/04/06/como-o-feminismo-se-tornou-subalterno-ao-capitalismo-e-como-reivindica-lo/

. FREUD, S. A negativa. Em O ego e o id e outros trabalhos. vol xix imago standard ed.  http://notaterapia.com.br/2016/05/06/as-obras-completas-de-sigmund-freud-para-download-gratuito/

. LACLAU, E; MOUFFE, C. Hegemonia e Estratégia Socialista: por uma política democrática radical. https://extensaoufabcposmarxismo.files.wordpress.com/2016/04/hegemonia-e-estratc3a9gia-socialista-capc3adtulo-41.pdf

. ORWELL, G. Socialistas podem ser felizes? Em: O que é fascismo e outros ensaios. Cia. Das letras. https://criticanarede.com/felicidade.html

. DELEUZE. O anti-édipo.  http://conexoesclinicas.com.br/wp-content/uploads/2015/12/DELEUZE-Gilles-GUATTARI-F%C3%A9lix.-O-Anti-%C3%89dipo-vers%C3%A3o-Portugal1.pdf

– iniciamos as discussões sobre a roda de conversa, e já adiantamos alguns pontos e questões. Dentre as quais pontuarmos que não estaríamos lá, nesse momento como terapeutas ou donos do saber. No entanto, foi levantada a questão de se isto não soaria como uma negação no sentido freudiano, nos moldes do clássico ‘não é a minha mãe’, em que a negação, o ‘não’, traz consigo o conteúdo recalcado, ou seja, este é afirmado ao ser negado. Como se, então,  estivéssemos previamente nos pondo no lugares de mestres. Logo, melhor seria se disséssemos ao que pretendemos e não ao que ‘não’ pretendemos.

– sobre a leitura do texto. A questão: ‘Historicismo (r)evolucionário’: zizek critica a visão evolucionista ou historicista de marx, na qual a historia teria uma direção única e necessária, tais quais suas etapas pré-determinadas. Surgiu também o questionamento de se a própria ideia de revolução não seria tributaria dessa noção.

https://soundcloud.com/ideiaeideologia/ceii-sp-30082018

 

 

REFERENCIAS CEII-SP 09/08/18

Fizemos a delimitação e divisão das mídias/ meios (zap, email, fb…) referentes ao primeiro contato dos que procuram o oficina, apesar de mantermos os psicanalistas responsáveis ao ‘acolhimento propriamente dito’ por assim dizer – esse segundo momento que pode ou não ocorrer, presencial, dos casos onde a demanda inicial não é clara e necessita de uma pequena escuta inicial, uma espécie de triagem para identificarmos o(s) espaço(s) adequados para cada um. Portanto, mantendo a noção de que o encurtamento das etapas e do distanciamento do demandante com os atendimentos em si é importante.

 

REFERENCIAS CEII-SP 26.07

. Discussão sobre o curso saúde mental e h. comunista.  Zizek seria relevante a saúde mental, visto q seu interesse é eminentemente politico e não clínico? Melhor uma discussão mais teórica ou direcionada a prática; ou teórica conquanto esteja enraizada nas praticas do campo da saúde?

. sugestão de aula: Historia da psicanalise ‘publica’; na saúde publica. Sua historia (e de seus fracassos). Os limites epistemológicos da psicanálise.

Neoliberalismo.

Hayek.

DSM

 

REFERENCIAS CEII-SP 02/08

02.08.

– ZIZEK, S. Like a thief in broad daylight: power in the era of post-humanity.

– RANCIÉRE, J. Ódio a Democracia.

BADIOU, A. A Hipótese Comunista.

– BADIOU, A. A Aventura da Filosofia Francesa no século XX. Autêntica.

– BADIOU, A. Logic of worlds.

REFERENCIAS CEII SP – 05.07

.Identitarismo: e como este acaba por reduzir as minorias a aspectos técnicos, porcentagens e cotas mínimas nos espaços, sem qualquer critica ou reduzindo-a a um aspecto estético ou numérico. https://lavrapalavra.com/2016/08/15/a-esquerda-num-poco-sem-fundo/

. Psicanálise e seu lugar no mundo em seus diferentes momentos históricos. os erros e insuficiências cada vez mais claras da ciência e de seus fármacos, são necessariamente abertura de espaço(s) e oportunidades à psicanálise?  Ou a psicanálise não necessita de lugar, ou mesmo necessita de um não-lugar ou a manutenção deste?

.Nova medicina e a psicofarmacologia indo além do tratamento de doenças ou saúde, mas adentrando o terreno do melhoramento, aumento de desempenho e assim por diante.

.Discussão sobre representatividade e o que fazer qnd nem todos se sentem contemplados ou identificados com o coletivo.

 

 

 

 

 

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REFERENCIAS CEII SP 21-06

Início da leitura do ‘o ano que sonhamos perigosamente’.

. (Zizek) Dialética entre Liberdade x determinação.  Emancipação x estrutura; a partir do sujeito e sua relação c a cadeia significante (lacan), no qual a cadeia apesar de dada de antemão, pode ser re-significada, e, contraditoriamente, abrir possibilidades a partir da estrutura e seus limites.

.Quadro semiótico de Greimas.

https://www.google.com.br/search?q=quadro+semi%C3%B3tico+de+greimas&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=1cVPoTy7ywls1M%253A%252CpWo_lYKq7E31GM%252C_&usg=__5mDJkG0cO8DaUrnIEIzJu4aAnz8%3D&sa=X&ved=0ahUKEwj-6YfcxpXcAhXB1lMKHViGDYkQ9QEIOTAC#imgrc=1cVPoTy7ywls1M:

.Quadrado da não contradição. Formulado por aristóteles e ‘desenhado’ pela filosofia escolástica.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Quadrado_das_oposi%C3%A7%C3%B5es

‘diagnóstico é tb seu próprio sintoma’, jamison.

“O modo como foram lidos os eventos – a leitura deste – é mais sintomática que o próprio evento (…) o que significa junho de 2013? Todos querem ver junho como um sintoma, “olha! existe vida por debaixo da linguagem, das coisas q as pessoas falam.” Não, o sintoma está no modo como interpretamos junho de 2013, não existe sintoma fora da interpretação.” (Camarada Daniel, 2018).

. o tema ‘ Sujeito e infinito’ em Badiou. http://www.academia.edu/20733793/Subject_of_Philosophy_Subject_of_Psychoanalysis

https://lavrapalavra.com/2017/11/20/ser-evento-sujeito-o-sistema-de-alain-badiou/

 

 

 

 

 

REFERÊNCIAS CEIISP 14/06

– Alguns acertos finais antes do evento ‘o que resta da democracia?’.

– Questões sobre a exigência de uma presença feminina na mesa do evento, e do identitarismo aí presente.

– Estipulamos fazer no evento o trabalho ‘maldito’ de trazer o tales do livro, o critico ao lulismo de 2010.

– quais os motivos q nos levaram a escolha do livro: entender/ dialogar com a conjuntura atual?

– a articulação política e psicanálise é uma característica marcante no ceii, algo que o caracteriza? Chegaríamos a ser um grupo político psicanalítico, comunistas-psicanalistas ou lacanianos ou zizekianos ou algo do tipo?

– A idéia do Ceii como seita, não o sentido vulgar do termo, mas daquele que, fora do registro da vida comum, cria-se um sentido eucarístico para compartilhar momentos determinados que podem vigorar numa nova existência, numa nova forma de vida…; também como tendêncja a auto-organização, e como uma crítica da economia política da esquerda, da militância; sair do registro empirista, mas sem distanciar-se da vida e das questões da vida comum das pessoas comuns e criar coisas a partir daí.

– a questão do capitalismo x capital.  O primeiro acabou para a pura vitória e soberania do ultimo? O capitalismo acabou, e nisso marx estava certo, mas o fim não foi o esperado por nós. Uma forma morta pode permanecer produzindo efeitos. Daí o q se faria? Há a noção da social-democracia do fim do sec xix, de prescindir do estado, agir por nós mesmos em busca de formas de vida, organização … paralelas a legalidade do estado. Mas sem descartar o estado etc..  ainda que do ponto tático apenas, não do estratégico.

– o ceii como aquele q além de odiar o capital, tenta entendê-lo e nesse sentido talvez o ceii de alguma forma faça essa diferença.

– pequena exposição do projeto do camarada virgínio presente na reunião sobre seu projeto ‘veias abertas’ agitação e propaganda, e discussão sobre conjuntura, situação de luta de classes, com vistas futuras a fomentar organização etc..

-discussão sobre protocolos de atendimento no oficina, divisão de tarefas no acolhimento inicial.

REFERENCIAS CEII-SP 07/06

.Como estávamos sem leitura, apenas seguimos a pauta da reunião, inclusive escolhendo opções de leitura para votação (que tb ficarão no facebook): o ano em que sonhamos perigosamente (Zizek); a insurreição que vem (comitê invisível); da forma valor a forma comunidade (garcia linera).

.Evento com o joelton: escolha do turno do evento;

Joelton Nascimento. Com Pachukanis, para além de Pachukanis: Direito, dialética da forma valor e crítica do trabalho.

https://lavrapalavra.com/2017/03/29/com-pachukanis-para-alem-de-pachukanis-direito-dialetica-da-forma-valor-e-critica-do-trabalho/

.Evento: saúde mental e a hipótese comunista

.Discussão de preparativos/ estrutura do evento do tales :  ‘o que resta de democracia?’

O eixo acabou um pouco deslocado do tema lulismo para um mais amplo da democracia, passando pelo arco lula-dilma-temer, conjuntura atual (golpe etc), aproveitando o terceiro livro dessa série, o livro final, sobre o Temer.

Haveriam na mesa três pessoas: dois do ceii um mediador da mesa e o que faria apresentação critica do livro e o tales:

Então, ficando nessa ordem:

-1º: o que originou o evento e uma apresentação do ceii;

-2º: Apreciação crítica da obra;

-3º: Fala do tales, e por fim;

-4º: Perguntas (do ceii e abertura a plateia).

. avanço nas definições na distribuição de funções no projeto oficina acadêmica.

https://soundcloud.com/ideiaeideologia/ceii-sp-07062018

 

 

 

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Referências 24.05

Final da leitura do texto ‘lulismo’. Nessa parte final, o autor pinta o que para ele seria o retrato da cena cultural da época, como um grande exemplo e reflexo  ou mesmo descrição do que seria o ‘espírito cultural’ da era lulista. “… o Brasil é hoje um dos centros do mundo multicêntrico da indústria cultural, e do capital, global“.

O autor usa como metáfora a oposição McCartney x Lou Reed. Na qual o primeiro representa o espirito pop da indústria cultural, uma cultura festiva, superficial, sem crítica, mercadológica, ‘… o ícone universal da integração da experiência pop’; o homem e o som que todos amam amar; remete ao clássico e fala à idéia de uma natureza humana universal etc; e o último, o roqueiro poeta precursor do punk rock e da cultura underground, que desde seu início, segue compondo, mas não cedendo as pressões do mercado ou do reconhecimento fácil e imediato da lógica da mercadoria, ou da sociedade de consumo ou do espetáculo.

Em alguma medida lula foi McCartney. Atraindo a si o carisma midiático pop, investindo-se do fetichismo da mercadoria, em correspondência com a ‘mercadoria universal do sentido’, aberto a positividades e nunca a negatividades.

– Silly Love Songs – Paul McCartney & Wings – 1976

https://www.youtube.com/watch?v=wh15LOppcWQ

– Metal Machine Music – lou reed

 https://www.youtube.com/watch?v=XIMSbKU2oZM

 

Referências CEII-SP (17.05)

.CASTEL, R. As Metamorfoses da Questão Social: uma crônica do salário.  Vozes, 2003.

.SCHUWARTZ, R. Ao Vencedor as Batatas: Forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro. 1ª edição.  Editora 34, 2000. https://literaturaufalarapiraca.files.wordpress.com/2017/07/roberto-schwarz-ao-vencedor-as-batatas-livro-completo-machado-de-assis.pdf

. Entrevista do mano brown ao Le Monde Diplomatique Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=gMT9cXizDYQ

 

Alguns assuntos:

. ‘ jornadas de 2013’: Apropriação (?). narrativas possíveis (ainda) em disputa. Evento do Paulo Spina sobre 5 anos de ‘2013’ em articulação com mpl.

.kitsch: https://www.infoescola.com/artes/estilo-kitsch/

.a passagem de ab’saber no texto para a critica / comentário da cultura, descrevendo a cultura de consumo consolidada no período lulista. Discussão sobre um certo elitismo no discurso do autor sobre alta/baixa cultura.

. Fixação de alguns autores, como chauí   na critica quase estrita a classe média.

. Sobre a entrevista do mano brown. Caráter ‘inventivo’ da pobreza x atomização atual.

.Indivíduo como grande expressão e potência da modernidade x sua falência enquanto potência e promessa na modernidade e no capitalismo.