NOTA #1 [17/01/2017] (RJ I)

DA GASTAÇÃO AO CONCEITO*

047 – Passeando pela programação da net, me deparo com o programa “A família debaixo da graça”. Não sei vcs, mas eu achei que fosse filme pornô.

041 – Tá vendo muita parada trash, mano

047 – Trash é vida.

047 (again) – (Hegel curtiu essa coincidência de opostos, bem como essa inversão dialética do comum (“A vida é trash”))

041- NET, programa evangélico, filme pornô e Hegel – tudo no mesmo post. Isso é uma pérola.

047 – A dialética ainda se redobra, ou desdobra, pelo menos duas vezes: 1) Tanto assunto (como efeito do dito) em único tuíte: a própria forma espelha a coincidência de opostos do conteúdo. 2) Também espelham o conteúdo em sua oposição a relação entre origem mesma de toda essa coisa de coincidência de opostos (Hegel) e seu lugar de manifestação agora (facebook, twitter), entrr a (pseudo?) profundidade da especulação filosófica (hegeliana) e a (alegada) superficialidade das redes sociais. Onde está o mais alto, o superior, e o mais baixo, o inferior, deixo por sua conta. Seja como for, isso só confirma que não só estou vendo, mas também lendo e escrevendo muita coisa trash, mano.

041 – Camarada

047 jamais me decepciona na gastação filosófica.

047 – E para promover mais um encontro entre opostos, e transformar a gastação a trabalho (de verdade), vou converter essa conversa em nota para o Círculo. *A ser lido tanto como um movimento (que parte da gastação e chega ao conceito) quanto como un título de tratado (“Sobre (fazer um)a gastação com o conceito”)

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