NOTA #1 [18/07/2019] (RJ I)

A gente não quer só bebida, diversão e arte!

A gente quer comida para qualquer parte!
Sim, sim… a gente não quer só entretenimento. A gente quer uma perspectiva objetiva de futuro. Dali pra frente a gente bota a imaginação pra funcionar e cria superestrutura sob a infraestrutura reativa e criativamente. Não vou nem entrar no papo sobre a sobrederminação porque é bobagem repetir que economia planificada é a salvação da lavoura e também porque o como se chega lá é o papo fundamental pra como o comunismo vai funcionar.
 A gente sabe ainda que a perspectiva mais objetiva de futuro, organizada dentro do campo popular é o Periferia Sem Fome, do MTST. Claro, isso não é pouca coisa. Ainda mais se isso tivesse a capacidade de se massificar em direção às periferias do Brasil. Também ta na cara o tamainho que o MTST tem frente às alternativas que a caridade paraestatal e estatal tem a oferecer.
Isso tudo pra dizer que “Vamo faze dinheiro galera” (FIDEL). Vamo não morre de fome, paga as conta porque a primeira tarefa do revolucionário a manter-se vivo. Agora… sobreviver… resistência… isso é muita resignição. Eu preciso pelo menos de uma fábula que invente uma história de como se manter vivo ajuda a fazer o mundo melhor pro meu filho. Ninguém aqui, evidentemente, quer fazer qualquer coisa… e ai fica minha pergunta… como o Oficina Acadêmica colabora pra tomada de poder?
E só pra aproveitar a nota… Bora se doidão e dizer pra quem ta puto que o certo não é mesmo pensar com as entranhas? Mais ódio, por favor!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *