NOTA #2 [16/05/2017] (RJ I)

Em torno do desdobramento de uma reflexão sobre a atual conjuntura, desenvolvida no grupo do CEII no WhatsApp:

 

Desenvolvida questão a respeito de certo “travamento” (do ponto de vista das forças populares) da conjuntura, chegou-se ao assunto concernente aos eventuais modos, ações e modelos de organização para enfrentar tal situação. Ficou mais ou menos claro, e de pleno acordo, a ideia de que os modelos e formas de organização correntes na esquerda não parecem falar diretamente às necessidades da “realidade concreta” – a não ser em termos da necessidade de sustentar uma ilusão nostálgica que nos mantem presos a um léxico, categorias e formas de ação do passado. Falou-se ademais, de eventuais razões para essa inadequação. Trata-se de um diagnóstico que compartilho.

 

A partir desse delineamento negativo, caberia, então, virarmos a questão em chave positiva – ainda que a provocação careça de resposta: quais seriam, então, ainda que termos mais gerais e abstratos, as ações, modos e modelos de organização necessários e viáveis para enfrentar o aparente travamento e neutralização das forças populares na conturbada conjuntura brasileira?

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