NOTA #2 [26/06/2018] (RJ I)

“O que nos falta é rigor. Sim, rigor: a mais estranha de todas as paixões, esta que queima e constrói. Nenhuma verdadeira construção se ergueu sem essa impressionante crueldade de artista que se volta contra si mesmo até produzir dos seus próprios desejos a plasticidade do que fsz nascer de si toda forma. Só a verdadeira disciplina, esta que não é repressão ou submissão da minha vontade à vontade de um outro, mas que é trabalho sobre si, que é produção de uma revolução na sensibilidade, salva. Uma disciplina de artista. É ela que falta à nossa política.”

(Quando as ruas queimam: manifesto pela emergência, Safatle).

O que vocês pensam sobre isso, camaradas? Sobre o que se trata essa disciplina e rigor que o Safatle fala?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *