NOTA #2 [26/09/2019] (RJ I)

A leitura da nota do dia 26 traz uma questão importante sobre a mão de obra cada vez mais precarizada no governo Trump e o controle da imigração. No Brasil, nós temos algo semelhante, há inclusive um aproveitamento por um salário bem abaixo da média e um sentimento de nacionalismo que se expressa na relação que vai além do medo do outro, mas que é justamente o argumento de que vai influenciar na taxa de desemprego. No entanto, primeiramente há uma burocracia que dificulta a entrada no mercado de trabalho e a posterior reabilitação da cidadania. Uma grande parte é acolhida pela igreja católica ou ongs. E pensando bem, há também uma outra influência sobre a característica da nacionalidade e do emprego através do empreendedorismo. É que aqueles que tiveram que sair às pressas de suas casas por conta das guerras imperialistas, mas que em terra brasilis consegue uma licença para trabalhar no comércio, por um lado, é bem visto pelo estado porque será incluído como contribuinte, mas para o ambulante será mais um concorrente. No entanto, tal medida de incentivo governamental na verdade possui meramente uma visão econômica da situação e propaganda populista. Eu acho que na reunião passada alguém falou num projeto de cinema na baixada, talvez eu esteja lançando uma ideia voltada para a integração destas pessoas e discutindo a situação política através da questão cultural. Seria mais uma espécie de um formato de evento para abranger a baixada e imigrantes, formando um círculo de solidariedade.

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