NOTA #3 [22/10/2015] (SP)

Como propor uma forma de financiamento que evite inibições e desconfortos, este é, talvez, o maior desafio que o CEII SP atravessa no momento. Não que as questão de rotatividade das posições do +1 e do SG não sejam importantes, mas entendo que são menos delicadas do que a questão financeira, uma vez que o constrangimento causado por esta me parece ser algo muito maior.

Hoje, da forma que o CEII está estruturado, a única dívida que um membro possui para com o coletivo é a nota de trabalho, com o modelo de financiamento coletivo os participantes passaram a também dever dinheiro ao CEII. Fico pensando na situação inversa a que hoje está posta: ao invés de um membro pagando por todos os custos, apenas um membro não contribuindo com a quitação das contas do Círculo.

A conclusão que chego é que, não há como prever quais afetos esse novo modelo de financiamento irá causar – hoje já há um desconforto em relação ao modelo atual, provavelmente continuará havendo algum outro tipo de desconforto com a nova forma de financiamento.

Dessa forma, não vejo outro possibilidade a não ser nos arriscar e manter a mesma postura que temos desde o início: se há algum desconforto de um participante em relação ao coletivo, que o coletivo esteja aberto a ouvi-lo como um problema do coletivo e não como uma questão individual.

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