NOTA #5 [09/05/2017] (RJ I)

Fico pensando que, tal como em tempos de guerra onde a ansiedade aumenta devido à proximidade da morte, em tempos de fim da narrativa ou de estreitamento do futuro, em que um projeto de vida e de humanidade ficam diminuídos ou  ausentes, daí o sujeito passa a ter um encontro traumático com a morte, se sente impotente ante esse real ou essa verdade mortífera que o assola; e como não há saídas coletivas meios de simbolização nem pragmáticas para a vida cotidiana, o suicídio e “horse back” são possibilidades de lidar com a verdade mortífera.

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