Nota 5# (17/09/2015) SP

Acho que se perguntar se tal ou qual fato da vida é um “evento” ou não é uma das piores maneiras de lidar com a teoria do evento em Badiou. Não por acaso seu livro é justamente uma tentativa de disjunção entre Ser E Evento.

O que podemos nomear no mais das vezes é o sitio, mas não o evento em si que tem algo do indiscernível, como diz Badiou.

Por isso que suas teses sobre a materialidade da matemática são tão fascinantes e a importância do sujeito para o evento.

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