NOTA #5 [24/10/2017] (RJ I)

Acho um pouco temerário, quiça ingenuo, os comentários acerca do “novo fascismo” brasileiro. Se talvez o termo precise ser atualizado (eles que irão se nomear como aqueles nos anos 20-40?) não dá para relativizar de mais a coisa quando a coisa está efetivamente acontecendo. Mesmo Badiou e Zizek, que são muitas vezes mais comedidos no uso e abuso de certos jargões, não fazem mais economia desses termos.

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