NOTA #7 [09/05/2017] (RJ I)

Item dois de “Considerações sobre a Guerra e a Morte”, Nossa Atitude perante a morte.

Me pareceu ao término desta parte que quando estamos diante da morte, por exemplo em um campo de guerra,  a dinâmica do inconsciente refletida na incapacidade de conceber a ideia da própria morte “ávido por matar estranhos” e ambivalente diante da morte da pessoa amada remete ao homem primevo. Isso então significaria pergunta: Se há alguma coisa para se dizer sobre o inconsciente, mesmo que não tenhamos acesso a sua linguagem, é que este possui sua estrutura psíquica inalterada?

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