Nota #7 [17/09/2013]

Se “fidelidade” é aquilo que permanece do evento, mediante engajamento de quem decide sua existência, como deste circuito pode-se haver “política emancipatória”? Se o evento existiu a partir da decisão de sua existência bem como permanece sob o trabalho de quem o decidiu, como o evento pode suportar uma experiência coletiva?

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