NOTA #8 [07/11/2017] (RJ I)

“Ouvindo o vídeo com o tema: “Psicanálise e política” com entrevista ao Guilherme Boulos, algo me chamou atenção: Ele comenta sobre uma das dificuldades de fazer laço dos grupos de esquerda em detrimento do grande “trabalho de base” das igrejas, principalmente das neopentecostais. Ele acha esse ponto interessante pois cita a atenção dada ao sujeito, à particularidade, no âmbito religioso dando exemplo de uma senhora que comemorou pela primeira vez seu aniversário, lembrado pelos irmãos de culto. Neste ponto observo nossa prática. Poderíamos avançar nesse sentido? Poderíamos “treinar” uma relação de maior proximidade subjetiva, conhecendo mais os outros companheiros de CEII, suas particularidades e dificuldades? Qual impacto benéfico desse tipo de mudança na relação entre os membros? Na verdade muita coisa poderia ser dita sobre este quesito, mas não sei se ja avançaram neste tipo de discussão. Eu concordo com Boulos quando ele ressalta a importância de “subjetivar as relações” visando algo que proponha mudança no modo como nos relacionamos. Primeiro numa tentativa aqui dentro, depois talvez fora…”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *