NOTA CEII SP #2 [25/05/2017]

Em 2011, mais ou menos, eu estava numa reunião do PCB para escutar um companheiro do KPD trazendo uma análise conjuntural da Grécia que fervia naqueles dias. Bairros anarquistas haviam se formado, partidos tradicionais, outrora sólidos, haviam se dissolvido no ar e o Aurora se constituía com um apelo nacionalista de extrema direita ultrajante. Era outrossim o início daquilo que formaria o Syriza.

Na época buscava uma forma de atuação política para além das formas fúteis, quotidianas e tributáveis do governismo petista. Naturalmente, não a encontrei no PCB e em sua reorganização revolucionária. No entanto, escutei da boca do companheiro grego algo que tomei como premonitório e que se revelaria previdente mais tarde: “O Brasil não passa por nenhuma crise”, dizia, “E já é essa barbárie… imagina quando a crise chegar por aqui!”.  Foi aí que decidi entrar numa organização que incluía a necessidade de estudar e fui parar no CEII.

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