Nota CEII SP [26/07/2018]

Violência com mais violência: uns tempos atrás ficou popular a discussão se bater na cara de um nazista é certo ou não, pensando na ascensão da alt-right nos eua. E, recentemente, no Brasil a discussão se anima em tons um tanto mais complexos, por conta do atentado a um dos candidatos à presidência. Bem, claramente temos em jogo a violência de Hitler ou a violência de Ghandi, como opções para serem tencionadas, seguindo a conversa de Zizek. Daí, se, o soco ou a facada afirmam algo é, acima de tudo, a falta de possibilidades simbólicas diferentes para capturar a frustração que permitiu com que movimentos fascistoides populistas, alcançarem a dimensão que hoje possuem.

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