Nota CEII SP [28/02/2019]

A falência dessa esquerda que se forjou nos idos finais da década de 1970 demonstra que aquela paixão pela “práxis”, imediata e irrefletida, legitimou não apenas um falso ativismo, como também, uma falsa alternativa emancipatória. A ação desesperada mediante a crise deve ser o monopólio dessa esquerda, que atávica, acredita que sua forma de vida permanece intacta enquanto dá seus últimos suspiros. O que de certa forma é legitimo. Nós comunistas necessitamos da reflexão e do pensamento, ou seja, nossa práxis é uma práxis-teórica.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *