Nota CEII SP #6 [18/02/2016]

Na última reunião, vi um movimento interessante do SG em defender uma direção na marcação de alguns limites, ou melhor dizendo, da marcação de que há algo de um limite. O interessante foi notar a marcação subjetiva desse limite que se fez sobre uma sensibilidade ímpar. Não foi uma limitação meramente cronológica, mas algo de um saber-fazer, algo de uma sensibilidade, de um “para além do direcionar”. Uma questão de “quando”, se impôs para mim e me provocou este insight: Notei que existe algo delicado nessa relação, pois ao meu ver, ela caminha para o meandro do “o que” se pontua ao se silenciar e no “o que” se permite no convite à falar. Isso me fez pensar por um lado no gesto de cuidado muito interessante do trabalho do SG e também, no seu risco.

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