NOTA CEII SP

Muito interessante pensar a questão da arte como um local que atualmente é de repetição e de como perdeu uma possibilidade de ser um local de emancipação. Parece ser uma possibilidade de escapar das lógicas atuais, inclusive de consumo, mas cada vez mais é mercadoria. Ainda é possível pensar uma arte que tenha sentido emancipatório?

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