REFERÊNCIAS 21/06/2016 (RJ I)

QUADROS.001

Sobre a fábula de Agrippa:

“Houve um tempo, bem no passado longínquo, que as partes do corpo não concordavam umas com as outras, como fazem agora. Cada uma tinha suas próprias idéias e sua própria voz. Um dia, algumas partes começaram a achar que era bem injusto terem de se preocupar e trabalhar duro para fornecer tudo para a barriga, enquanto que esta ficava lá no meio do corpo, sem fazer nada, só usufruindo o que era trazido para ela. Então, essas partes conspiraram em conjunto e, assim, concordaram que as mãos não iriam mais levar comida para a boca, que a boca não iria mais abrir para a comida e os dentes não iriam mais agarrar e mastigar o que recebiam. A barriga roncou e fez revoluções em protesto, mas todas as partes permaneceram ferozmente firmes na manutenção da fome, para trazer a barriga à submissão. Todavia, logo essas partes começaram a se sentir fracas. A fadiga tornou-se cada vez pior, até que elas, a barriga e todo o corpo pereceram de inanição. Então, ficou claro que a barriga aparentemente ilhada tinha sua própria tarefa no feito, e dava seu retorno tanto quanto recebia; ela digeria tudo e dava o alimento aos membros por meio do sangue”.

Ou aqui.

Sobre a metáfora do corpo político em Platão:

PLATÃO, Repúblicadisponível aqui

-> 462a (ver página 218 do pdf em anexo)

Sobre a metáfora do corpo político em Aristóteles:

ARISTÓTELES, Políticadisponível aqui

-> ver páginas 21-22 do pdf em anexo

Sobre a metáfora do corpo político em São Paulo:

I Coríntios 12aqui

Éfesios 4 – aqui

Sobre o excesso sublime e a transição de Cristo, para lei, para o governo:

KANTOROWICZ, E. Os Dois Corpos do Rei – disponível aqui

-> ver capítulos 2, 3 e 4.

Sobre o destino do excesso de imanência na modernidade:

SANTNER, E. The Royal Remains: The People’s Two Bodies and the Endgames of Sovereignity (Chicago Press)

-> capítulo sobre Kantorowicz – disponível aqui em inglês

Sobre a história como a história da incarnação do transcendental:

HEGEL, G.W.F A Fenomenologia do Espírito disponível aqui e aqui

Sobre o problema da relação entre a parte e o todo na origem da política moderna:

ROUSSEAU, J.J. Do Contrato Socialdisponível aqui

(ver principalmente diferença entre vontade de todos e vontade geral)

Sobre o fundamento negativo e singular da vontade geral:

HEGEL,G.W.F Enciclopédia das ciências filosóficas, I – disponível aqui

(ver §163-166)

Sobre a interpretação do conceito de homem como existência do gênero:

FEUERBACH, L. A Essência do Cristianismodisponível aqui

(ver primeiro capítulo)

Sobre a passagem da existência do gênero para o trabalho genérico como mediação do homem com a humanidade:

MARX, K. Manuscritos Econômico-Filosóficos disponível aqui

(ver capítulo sobre trabalho estranhado)

Sobre a guinada do trabalho genérico para a forma do valor:

MARX, K. Capital, vol I – disponível aqui

(ver parte 1 e 2 do primeiro capítulo)

Sobre o tema da organização revolucionária como uma parte que funciona imanentemente como todo:

LENIN, V.I. O que fazer? disponível aqui

(Ver capítulo sobre o trabalho de organização)

Lenin e a organização que inclui “contradição em processo”:

Lukacs, G. Lenin, Um estudo sobre a unidade de seu pensamento disponível aqui (em inglês)

-> ver capítulo 3

Bogdanov e a ciência da organização:

Bogdanov, A. Tektology, book 1 disponível (em inglês)

Sobre o conflito entre Lenin e Bogdanov:

Sochor, Z. Revolution and Culture disponível (em inglês)

 

 

 

 

REFERÊNCIAS 14/06/2016 (RJ I)

 

Ver referências da reunião anterior

Lenin e a organização que inclui “contradição em processo”:

Lukacs, G. Lenin, Um estudo sobre a unidade de seu pensamento disponível aqui (em inglês)

-> ver capítulo 3

Bogdanov e a ciência da organização:

Bogdanov, A. Tektology, book 1 disponível (em inglês)

Sobre o conflito entre Lenin e Bogdanov:

Sochor, Z. Revolution and Culture disponível (em inglês)

 

Nota CEII SP #1 [09/06/2016]

Acho interessante que Badiou, ao falar da Revolução Cultural chinesa, use o termos “partido-estado”, designando assim “partido” e “estado” como se fosse uma coisa só. Podemos entender do texto que Badiou usa assim este termo para designar a tendência à “normatização” do processo revolucionário, ou, como no velho jargão da esquerda, seu processo de burocratização.

Mas eu acho que seria necessário desdobrar melhor os termos para entendermos melhor a relação entre partido e estado, que na China parece ser bastante exemplar e reflete alguns do problemas do Brasil. Como se deu essa tensão entre o partido comunista e o estado, como exatamente um tentava se diferenciar do outro nesse processo de “normatização”? Um estudo sobre este ponto poderia ser bem proveitoso

REFERÊNCIAS CEII SP 09/06/2016

Ata da reunião.

Referências:

Badiou, Alain. A hipótese comunista. São Paulo, Boitempo, 2012.

Zizek, Slavoj. Bem vindo a tempos interessantes. In: Vivendo no fim dos tempos. São Paulo, Boitempo, 2012.

Lazarus, Sylvain. Antropologia del nombre.

Sobre a relação entre cidade e o campo:

A Abolição da Contradição Entre a Cidade e o Campo na URSS e os Meios de Superar a Diferença Essencial Entre os Mesmos, Segundo J. V. Stálin.

Sobre a teoria de estado segundo Badiou:

Badiou, Alain. O ser e o evento. Rio de Janeiro. Ed. UFRJ, 1996.

Sobre o peemedebismo:

O peemedebismo, por Marcos Nobre.

Referências 07/06/2016 (RJ I)

Sobre a fábula de Agrippa:

“Houve um tempo, bem no passado longínquo, que as partes do corpo não concordavam umas com as outras, como fazem agora. Cada uma tinha suas próprias idéias e sua própria voz. Um dia, algumas partes começaram a achar que era bem injusto terem de se preocupar e trabalhar duro para fornecer tudo para a barriga, enquanto que esta ficava lá no meio do corpo, sem fazer nada, só usufruindo o que era trazido para ela. Então, essas partes conspiraram em conjunto e, assim, concordaram que as mãos não iriam mais levar comida para a boca, que a boca não iria mais abrir para a comida e os dentes não iriam mais agarrar e mastigar o que recebiam. A barriga roncou e fez revoluções em protesto, mas todas as partes permaneceram ferozmente firmes na manutenção da fome, para trazer a barriga à submissão. Todavia, logo essas partes começaram a se sentir fracas. A fadiga tornou-se cada vez pior, até que elas, a barriga e todo o corpo pereceram de inanição. Então, ficou claro que a barriga aparentemente ilhada tinha sua própria tarefa no feito, e dava seu retorno tanto quanto recebia; ela digeria tudo e dava o alimento aos membros por meio do sangue”.

Ou aqui.

Sobre a metáfora do corpo político em Platão:

PLATÃO, Repúblicadisponível aqui

-> 462a (ver página 218 do pdf em anexo)

Sobre a metáfora do corpo político em Aristóteles:

ARISTÓTELES, Políticadisponível aqui

-> ver páginas 21-22 do pdf em anexo

Sobre a metáfora do corpo político em São Paulo:

I Coríntios 12aqui

Éfesios 4 – aqui

Sobre o excesso sublime e a transição de Cristo, para lei, para o governo:

KANTOROWICZ, E. Os Dois Corpos do Rei – disponível aqui

-> ver capítulos 2, 3 e 4.

Sobre o destino do excesso de imanência na modernidade:

SANTNER, E. The Royal Remains: The People’s Two Bodies and the Endgames of Sovereignity (Chicago Press)

-> capítulo sobre Kantorowicz – disponível aqui em inglês

Sobre a história como a história da incarnação do transcendental:

HEGEL, G.W.F A Fenomenologia do Espírito disponível aqui e aqui

Sobre o problema da relação entre a parte e o todo na origem da política moderna:

ROUSSEAU, J.J. Do Contrato Socialdisponível aqui

(ver principalmente diferença entre vontade de todos e vontade geral)

Sobre o fundamento negativo e singular da vontade geral:

HEGEL,G.W.F Enciclopédia das ciências filosóficas, I – disponível aqui

(ver §163-166)

Sobre a interpretação do conceito de homem como existência do gênero:

FEUERBACH, L. A Essência do Cristianismodisponível aqui

(ver primeiro capítulo)

Sobre a passagem da existência do gênero para o trabalho genérico como mediação do homem com a humanidade:

MARX, K. Manuscritos Econômico-Filosóficos disponível aqui

(ver capítulo sobre trabalho estranhado)

Sobre a guinada do trabalho genérico para a forma do valor:

MARX, K. Capital, vol I – disponível aqui

(ver parte 1 e 2 do primeiro capítulo)

Sobre o tema da organização revolucionária como uma parte que funciona imanentemente como todo:

LENIN, V.I. O que fazer? disponível aqui

(Ver capítulo sobre o trabalho de organização)

Audio do encontro: https://soundcloud.com/ideiaeideologia/ceii-07-06-2016-rj-i

Referência do encontro em que lidamos com esse tema em 2014: http://ideiaeideologia.com/referencias-25022014-rj-i/

Referências 7/6/2016 (RJ I) antigo

 

Sobre a fábula de Agrippa:

“Houve um tempo, bem no passado longínquo, que as partes do corpo não concordavam umas com as outras, como fazem agora. Cada uma tinha suas próprias idéias e sua própria voz. Um dia, algumas partes começaram a achar que era bem injusto terem de se preocupar e trabalhar duro para fornecer tudo para a barriga, enquanto que esta ficava lá no meio do corpo, sem fazer nada, só usufruindo o que era trazido para ela. Então, essas partes conspiraram em conjunto e, assim, concordaram que as mãos não iriam mais levar comida para a boca, que a boca não iria mais abrir para a comida e os dentes não iriam mais agarrar e mastigar o que recebiam. A barriga roncou e fez revoluções em protesto, mas todas as partes permaneceram ferozmente firmes na manutenção da fome, para trazer a barriga à submissão. Todavia, logo essas partes começaram a se sentir fracas. A fadiga tornou-se cada vez pior, até que elas, a barriga e todo o corpo pereceram de inanição. Então, ficou claro que a barriga aparentemente ilhada tinha sua própria tarefa no feito, e dava seu retorno tanto quanto recebia; ela digeria tudo e dava o alimento aos membros por meio do sangue”.

Ou aqui.

Sobre a metáfora do corpo político em Platão:

PLATÃO, Repúblicadisponível aqui

-> 462a (ver página 218 do pdf em anexo)

Sobre a metáfora do corpo político em Aristóteles:

ARISTÓTELES, Políticadisponível aqui

-> ver páginas 21-22 do pdf em anexo

Sobre a metáfora do corpo político em São Paulo:

I Coríntios 12aqui

Éfesios 4 – aqui

Sobre o excesso sublime e a transição de Cristo, para lei, para o governo:

KANTOROWICZ, E. Os Dois Corpos do Rei – disponível aqui

-> ver capítulos 2, 3 e 4.

Sobre o destino do excesso de imanência na modernidade:

SANTNER, E. The Royal Remains: The People’s Two Bodies and the Endgames of Sovereignity (Chicago Press)

-> capítulo sobre Kantorowicz – disponível aqui em inglês

Sobre a história como a história da incarnação do transcendental:

HEGEL, G.W.F A Fenomenologia do Espírito disponível aqui e aqui

Sobre o problema da relação entre a parte e o todo na origem da política moderna:

ROUSSEAU, J.J. Do Contrato Socialdisponível aqui

(ver principalmente diferença entre vontade de todos e vontade geral)

Sobre o fundamento negativo e singular da vontade geral:

HEGEL,G.W.F Enciclopédia das ciências filosóficas, I – disponível aqui

(ver §163-166)

Sobre a interpretação do conceito de homem como existência do gênero:

FEUERBACH, L. A Essência do Cristianismodisponível aqui

(ver primeiro capítulo)

Sobre a passagem da existência do gênero para o trabalho genérico como mediação do homem com a humanidade:

MARX, K. Manuscritos Econômico-Filosóficos disponível aqui

(ver capítulo sobre trabalho estranhado)

Sobre a guinada do trabalho genérico para a forma do valor:

MARX, K. Capital, vol I – disponível aqui

(ver parte 1 e 2 do primeiro capítulo)

Sobre o tema da organização revolucionária como uma parte que funciona imanentemente como todo:

LENIN, V.I. O que fazer? disponível aqui

(Ver capítulo sobre o trabalho de organização)

 

Audio do encontro: https://soundcloud.com/ideiaeideologia/ceii-07-06-2016-rj-i

Referência do encontro em que lidamos com esse tema em 2014: http://ideiaeideologia.com/referencias-25022014-rj-i/