NOTA #2 (03/11/16) PR

Existe uma série de frustrações pelas quais passa uma pessoa normal. Uma pessoa que se interessa teoricamente por coisas que “não servem para nada” consegue passar pelo triplo do número normal. A pergunta para começar a resolver essas frustrações seria: que é a filosofia? Dessa pergunta, assim pelo menos me parece, surgem duas: a filosofia é uma ciência?; e: do que se ocupa a filosofia?

NOTA #4 (20/10/16) PR

Sobre nossa conjuntura, acho importante repensar o papel do Poder Judiciário, que hoje encarna na figura do juiz Sérgio Moro. Acho que dois aspectos têm grande relevância, primeiramente o sublime por trás do discurso “Moro livrai-nos do mal”, da elevação da figura do estado juiz como salvador da pátria, como foi mencionado. Em segundo lugar a real atuação do Judiciário, como um dos três poderes, não simplesmente suas atribuições constitucionais e funções, mas sim como este atua dentro do sistema do Estado, com que fins, objetivos e interesses. Finalmente, e para mim o ponto teoricamente mais complicado, o véu de legalidade que protege a atuação do juiz, ou seja a força com que a divisão entre político e jurídico atua em defesa do judiciário. Tradicionalmente Executivo e Legislativo atuam politicamente, não estando assim salvos da apreciação pública, porém o Judiciário só presta contas à própria legalidade e constitucionalidade que constituem seu próprio objeto de trabalho.