REFERENCIAS CEII SP – 05.07

.Identitarismo: e como este acaba por reduzir as minorias a aspectos técnicos, porcentagens e cotas mínimas nos espaços, sem qualquer critica ou reduzindo-a a um aspecto estético ou numérico. https://lavrapalavra.com/2016/08/15/a-esquerda-num-poco-sem-fundo/

. Psicanálise e seu lugar no mundo em seus diferentes momentos históricos. os erros e insuficiências cada vez mais claras da ciência e de seus fármacos, são necessariamente abertura de espaço(s) e oportunidades à psicanálise?  Ou a psicanálise não necessita de lugar, ou mesmo necessita de um não-lugar ou a manutenção deste?

.Nova medicina e a psicofarmacologia indo além do tratamento de doenças ou saúde, mas adentrando o terreno do melhoramento, aumento de desempenho e assim por diante.

.Discussão sobre representatividade e o que fazer qnd nem todos se sentem contemplados ou identificados com o coletivo.

 

 

 

 

 

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REFERENCIAS CEII SP 21-06

Início da leitura do ‘o ano que sonhamos perigosamente’.

. (Zizek) Dialética entre Liberdade x determinação.  Emancipação x estrutura; a partir do sujeito e sua relação c a cadeia significante (lacan), no qual a cadeia apesar de dada de antemão, pode ser re-significada, e, contraditoriamente, abrir possibilidades a partir da estrutura e seus limites.

.Quadro semiótico de Greimas.

https://www.google.com.br/search?q=quadro+semi%C3%B3tico+de+greimas&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=1cVPoTy7ywls1M%253A%252CpWo_lYKq7E31GM%252C_&usg=__5mDJkG0cO8DaUrnIEIzJu4aAnz8%3D&sa=X&ved=0ahUKEwj-6YfcxpXcAhXB1lMKHViGDYkQ9QEIOTAC#imgrc=1cVPoTy7ywls1M:

.Quadrado da não contradição. Formulado por aristóteles e ‘desenhado’ pela filosofia escolástica.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Quadrado_das_oposi%C3%A7%C3%B5es

‘diagnóstico é tb seu próprio sintoma’, jamison.

“O modo como foram lidos os eventos – a leitura deste – é mais sintomática que o próprio evento (…) o que significa junho de 2013? Todos querem ver junho como um sintoma, “olha! existe vida por debaixo da linguagem, das coisas q as pessoas falam.” Não, o sintoma está no modo como interpretamos junho de 2013, não existe sintoma fora da interpretação.” (Camarada Daniel, 2018).

. o tema ‘ Sujeito e infinito’ em Badiou. http://www.academia.edu/20733793/Subject_of_Philosophy_Subject_of_Psychoanalysis

https://lavrapalavra.com/2017/11/20/ser-evento-sujeito-o-sistema-de-alain-badiou/

 

 

 

 

 

Nota CEII SP [07/06/2018]

A tendência do capital em se autovalorizar ainda persiste. A reforma trabalhista mostrou o predomínio da mais-valia absoluta, isto é, através da recomposicao da jornada de trabalho que se compõe de trabalho necessário e de mais trabalho. A ampliação do mais trabalho é condição de reprodução do capital.

NOTA #4 [17/06/2018] (VIRTUAL)

Permitam-me uma digressão sobre a noção de forma-de-vida. Quando no volume IV, 1, “Altíssima Pobreza”, Agamben investiga os documentos que atestam os conflitos entre o ordem franciscana e a direção da Igreja, fica evidente que por “forma-de-vida” ele entende a vivência estabelecida por regras comuns (como o são as regras monásticas). Que outras organizações buscaram, a exemplo dos franciscanos, incidir sobre uma forma-da-vida, ou seja, em uma vida que não se distinga de sua forma? Arrisco: o pensamento dos situacionistas e sua crítica da separação. Parte dos “hippies” dos anos 60. E recentemente, o “minimalismo”, movimento norte-americano e japonês que propugna uma forma-de-vida de mínimo consumo são exemplos de maneiras de recolocar a questão da “altíssima pobreza”.

NOTA #3 [17/06/2018] (VIRTUAL)

Comentário lateral ao texto lido e comentado pelo mais-um. Agamben diz que a filosofia política moderna começa com o “Da Monarquia” de Dante (1311) que defendia enfaticamente a divindade do poder do imperador como modo de preservar a cristandade. O interessante é que esta obra de Dante foi proibida pela Igreja e só foi redescoberta em 1880. Veja só: a obra fundamental da filosofia política moderna só foi descoberta tardiamente. A obra em geral considerada a pedra fundamental do pensamento político moderno é “O Príncipe” de Maquiavel (1513), obra considerada um marco na “secularização” do pensamento político.