NOTA #1 [16/09/2020] (RJ)

No subgrupo de Frantz Fanon, em que estamos lendo “Pele negra, Máscaras Brancas”, logo no início, Fanon escreve: “em direção a um novo humanismo”. Pegando outro autor, o Zizek, a partir de seu texto “O inumano”, vemos como pensar esse negativo do humano talvez seja necessário para observar o que o humanismo tradicionalmente recalcou. Nesse sentido, me pergunto: em que ponto se encontram o inumano e o “novo humanismo” de que fala Fanon? Antes disso: será que se encontram? E se não, como tensionar esses conceitos? No interior da já conhecida controvérsia entre marxismo estruturalista e marxismo humanista, talvez essa reflexão indique algo interessante para além de certos impasses.

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