NOTA #17 [10/06/2020] (RJ)

Seria o empreendedor precarizado (alô alô camelô, ambulante, tio da paçoca do buzão) o novo sujeito universal da revolução? Uma nota anterior comentou sobre esse novo setor do empreendedorismo de bicos de jovens universitários (que traduzem, revisam, dão cursinhos online, monetizam produção de conteúdo virtual); eu relembro esses outros setores informais ‘mais tradicionais’. Mas concordo e reitero a questão da nota anterior: como a esquerda deve pensar isso? o que fazer? como disputar corações e mentes da classe ‘empreendedora de si’ (pois nada mais possuem a empreender…)?

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