NOTA #3 [18/03/2020] (RJ I)

Qual o axioma principal do ceii hoje? É a igualdade como princípio formal? Como se deu o conteúdo dessa forma? Nascido no PSOL, na primazia do socialismo e da liberdade, o ceii – exercitando sua liberdade – rompe com o unipartidarismo em vista de um multipartidarismo ou uma indiferença partidária, para compor como princípio a igualdade e a multiplicidade nas invariâncias? Não há, efetivamente, um conteúdo nessa verdade formal? A filosofia, e suas consequências, dos pensadores iniciais (Badiou, Zizek, Ranciere) do início do ceii não mantém ainda a base do conteúdo? Ou, a transformação da forma no decorrer dos anos forçou a mudança do conteúdo? Há alguma relação disso tudo com a atual crise do ceii? Quer dizer, existe algum conflito entre forma e conteúdo que possa expressar o porquê não se consegue mais, ou pelo menos com a força de antes, extrair mais nada do fracasso ou inexistência do ceii? E quais as determinações da conjuntura atual para essa crise?

E a pergunta mais fundamental, para mim, claro: o que eu vim fazer aqui, no meio da crise do ceii, em pleno governo Bolsonaro?

Essa primeira nota é apenas uma parte do redemoinho de perguntas que um dia pretendo respondê-las a partir do meu engajamento nesse experimento do pensamento que é o ceii.

TR

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