NOTA #6 [27/05/2020] (RJ I)

Fiquei pensando esses dias no que o Badiou fala sobre “pensar o próprio fracasso”. É interessante (na verdade é uma grande merda) como no Brasil temos uma dificuldade tremenda de fracassar, o que nos dificulta de constituir um saber (possivelmente engendrado) pelo fracasso. É como se toda possibilidade de fracasso (que é também sempre uma aposta na vitória, até mesmo aos olhos dos reacionários) fosse preventivamente interrompida (uma expressão boa são os processos contrarrevolucionários no Brasil). Enfim, estaríamos vivendo uma espécie de contrarrevolução sem revolução? 

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